accuracy

Ciberextorsão, a sua empresa está a salvo?

A sua apólice cobre os prejuízos causados por um ataque cibernético?

A onda de ataques informáticos perpetrados desde a última sexta-feira, dia 12 de maio, está a preocupar o mundo, e em particular Portugal, a ponto do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) emitir um alerta à administração pública, onde solicitava aos funcionários para não abrirem emails de origem desconhecida, de forma a prevenir o bloqueio de computadores.
Até há bem pouco tempo as empresas portuguesas não estavam devidamente alertadas para este tipo de ataques. Segundo o “Estudo Zurich PME: Riscos e Oportunidades”, uma em cada três das pequenas e médias empresas portuguesas não via o cibercrime como uma ameaça. Quando questionados sobre de que forma os cibercriminosos poderiam afetar o seu negócio, 18,5% dos portugueses confessava que não tinha pensado no cibercrime como uma ameaça e 16% acreditava que a sua empresa era demasiado insignificante para os cibercrimonosos.

O Cyber Risk é uma ameaça real que coloca em risco a sustentabilidade e a reputação de qualquer negócio.
Lamentavelmente, muitas empresas ainda não estão conscientes da dimensão do risco que correm. Assim, é chegado o tempo de encarar este problema de uma forma realista e proactiva.
Para uma organização atingir e manter uma postura segura, vigilante e resiliente é necessário investimento contínuo em segurança informática.

Para além disso, e não menos importante, há que acautelar se a apólice de seguro de responsabilidade civil está vocacionada para mitigar eventuais perdas e responsabilidades. Mais concretamente, se a mesma cobre prejuízos causados em decorrência de ataques cibernéticos e violação de dados digitais. Se suporta as perdas que forem causadas a terceiros, pelas quais a empresa seja responsabilizada, em decorrência da violação ou furto / roubo de informações de clientes ou de terceiros.
A LF4- Consultoria e Auditorias Técnicas está habilitada a efetuar um parecer técnico à realidade e necessidades reais que a empresa deverá contratualizar ao nível das coberturas e garantias, assim como das verbas a contratar.
É fundamental que na apólice conste a garantia das verbas, ou seja, o valor seguro e coberturas da apólice acionada versus os prejuízos obtidos, para não surgirem surpresas no momento de indemnizar a empresa face ao sinistro. Assim, em caso de sinistro o prejuízo é significativamente reduzido e acima de tudo o risco de continuidade da empresa torna-se nulo.

Consulte a notícia